

Andando em aliança – fator de crescimento
Introdução
Fatores de crescimento espiritual
- Muitos afirmam que o tempo de oração define o crescimento
espiritual, porem não apenas o tempo de oração, mas
orações respondidas.
- Temos alguns princípios necessários para crescermos:
1. Instrução
2. Inspiração
3. Adversidade
4. Experiência
5. Desafios
6. Relacionamentos
- Para crescermos temos que passar por decepções com pessoas.
- Temos que nos relacionar na base de “gente”, então
esperemos as decepções.
- Tem gente que se decepciona até com Deus. Nos decepcionamos com
Deus por que não queremos deixar que Deus seja Deus.
- João Batista foi um desses que decepcionou-se com Jesus.
- Feliz é aquele que não fica emburrado com Deus por que Ele
faz do jeito dEle.
- Viver perto de anjo não é bom. A gente fica muito mau.
- É bom andar com gente igual a nós mesmos. Temos um advogado
ao lado do Pai – Jesus Cristo, o Justo.
Ap. 7:17 pois o Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará
e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará
dos olhos toda lágrima.
- Quem melhor pode entender uma ovelha do que um Cordeiro.
• O conto do pescador que queria casar com uma deusa. A casa, a cama,
a mesa, os talheres pareciam um lixo para ela.
- Por isso que é bom andar com gente normal. O problema de muitos
é a idealização das pessoas.
Primeiro Princípio do relacionamento – a comunhão
• O que não é a comunhão do Espírito
Santo ou koinnonia
a. Não é um ambiente social superficial
– Esse é o tipo de comunhão de um clube como Lyons ou
Rotary. É a comunhão barata sem compromisso e não passa
de um evento social. É algo que pode ser encontrado fora da Igreja,
mas a verdadeira koinnonia somente pode ser encontra na Igreja do Senhor
Jesus.
b. Não é uma comunhão abstrata e subjetiva
– Para desfrutarmos da comunhão do Espírito Santo precisamos
estar juntos. Existe algo que une todos os cristãos, mas a verdadeira
koinnonia implica em estar junto em um grupo menor.
• O que é a comunhão do Espírito Santo ou koinnonia
a. É vida compartilhada
– A palavra Koinnonia significa vida compartilhada.
– Nós compartilhamos do mesmo tipo de vida, a vida de Cristo.
– A base de nossa comunhão é que temos uma mesma salvação,
uma mesma fé, um mesmo destino, um mesmo Deus, um só batismo,
um só Espírito.
Efésios 4: 3 esforçando-vos diligentemente por preservar a
unidade do Espírito no vínculo da paz; 4 há somente
um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só
esperança da vossa vocação;5 há um só
Senhor, uma só fé, um só batismo; 5 há um só
Senhor, uma só fé, um só batismo; 6 um só Deus
e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está
em todos.
b. É a mesma comunhão que Cristo teve com seus discípulos
(Compromisso)
– Implica em aliança e comprometimento mútuo. Não
há comunhão sem compromisso.
– É a liberdade para ser, para perguntar, para precisar, para
simplesmente estar.
João 17:12 Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que
me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição,
para que se cumprisse a Escritura.
• c. É a mesma comunhão da Igreja primitiva (Propósito)
– Atos 2 diz que os primeiros crentes perseveravam na comunhão
que implicava em unidade de pensamento e de propósito, amor fraterno
e compartilhamento mútuo.
“Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam
as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à
medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes
no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições
com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando
com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor,
dia a dia, os que iam sendo salvos”. (Atos 2:44-47).
– Isto era uma atmosfera, um ambiente espiritual cultivado e protegido.
• d. É a mesma comunhão da trindade (Unidade)
– Koinnonia é o cumprimento da oração de Jesus
em João 17:11 e 21.
“Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo,
ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome,
que me deste, para que eles sejam um, assim como nós. A fim de que
todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também
sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste”.
(João 17:11 e 21)
– É o cumprimento na história humana da realidade da
vida divina. É Deus de fato expressado entre os homens.
“Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo,
que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões;
antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental
e no mesmo parecer”. (1 Coríntios 1:10)
Segundo princípio do relacionamento – os vínculos
- Comunhão temos com todos, vínculos teremos com poucos.
- Vínculos nos falam de submissão e autoridade. Para termos
vínculos temos que ter algo em comum para prestar contas.
o Por exemplo: Jesus teve comunhão com cinco mil homens, mas na hora
de enviá-los de dois em dois ele só enviou setenta. Jesus
compartilhava princípios do reino por parábolas às
multidões, mas os mistérios do reino somente com os doze.
o Mateus 17:1 Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro e aos irmãos
Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte.
Terceiro princípio do relacionamento – a afinidade
- Comunhão temos com todos, vínculos teremos com poucos e
afinidade com alguns.
- Somente Pedro, Tiago e João é que foram convidados para
testemunharem a ressurreição da filha de Jairo;
- Somente os três é que subiram ao monte da transfiguração
e puderam ver a glória de Deus na face de Cristo, juntamente com
Moisés e Elias.
- Mas é importante sabermos que só há lugar para um
no peito de Jesus. Por isso não nos enganemos a respeito de afinidade.
Não forcemos a barra, provocando afinidade a qualquer custo, é
devagar, é um processo de conquistar um ao outro.
“Então, aquele discípulo, reclinando-se sobre o peito
de Jesus, perguntou lhe: Senhor, quem é”? (João 13:25).
“Então, Pedro, voltando-se, viu que também o ia seguindo
o discípulo a quem Jesus amava, o qual na ceia se reclinara sobre
o peito de Jesus e perguntara: Senhor, quem é o traidor”? (João
21:20).